A conexão e o encorajamento como ferramentas de educação!


Educar, ensinar, amar, aprender e lecionar são ações que estão diretamente ligadas ao poder do modelo. Muito mais forte do que falar é perceber o quanto nossa personalidade e comportamento influenciam o outro. Quem somos e quem gostaríamos de nos tornar é o grande ato que inspira a nossa criança. Quando nos tornamos vulneráveis e abertos às mudanças, damos ao outro a oportunidade de ser ele mesmo e de amá-lo como tal, sempre preocupados em extrair dele seu melhor. Aprender a nos conectar com nós mesmos amplia nossa aceitação e nossa compaixão, trazendo um olhar mais humano e encorajador, com menos julgamentos, mais acolhimento, fortalecendo-nos para lidar com nossas limitações e desafios. Às vezes precisamos curar a relação conosco antes de nos conectarmos com o outro.


O encorajamento tem o poder de transformar um processo ou comportamento. Na verdade ele sempre exalta o processo e as habilidades emocionais. Já o elogio atua diretamente na identidade do sujeito, o que por vezes leva a uma dependência externa de aprovação. O que mais queremos, no entanto, é desenvolver um senso crítico nessa criança para que ela desenvolva em si mesma uma autoavaliação. Então podemos dizer que o encorajamento é um facilitador para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais.

Devemos lembrar sempre que os erros são excelentes oportunidades para praticarmos a empatia e desenvolvermos a conexão com a nossa criança. Estabelecer vínculos de confiança compete olhar o outro sem julgamentos, olhar o outro pelas lentes do amor e da compaixão e juntos encontrarmos um melhor caminho ou solução.


Com amor,

Fernanda Oliveira

Pedagoga

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