Ser livre é amar a si mesmo!


Nossa como essa frase pesa e liberta ao mesmo tempo! Você se sente assim? Em uma busca profunda por encontrar a si mesmo? Por se amar mais e se sentir livre? Livre das próprias amarras... daquilo que a nossa cabeça cria e nos limita...


Provavelmente se você tem filhos deve estar se questionando o quanto é difícil ter essa tal liberdade ou então nem pensa mais em se colocar como 1º plano na lista dos maiores amores... Geralmente quem ocupa esse lugar são os filhos... Mas o fato é que amar a si mesmo é tão difícil quanto amar o outro em sua plenitude...


Nós falamos tanto de amor próprio, de autoestima, julgamos comportamentos alheios e até mesmo os nossos, nos cobramos como se fossemos obrigados a entender e escolher de acordo como se soubéssemos isso desde muito cedo, o problema é que podemos levar uma vida inteira para descobrir o que é autoestima e amor próprio, uma vez que a nossa sociedade impõe a família perfeita como modelo universal de vida, o corpo perfeito, o trabalho perfeito, a mulher perfeita, que precisa ser educada, elegante, promissora, boa esposa, boa filha, boa mãe, excelente profissional, criativa, com atitude, proativa, saber ajudar, ser sexy e por aí você pode ir acrescentando os outros rótulos... aqueles que provavelmente você já ouviu...


Só que nós, nos esquecemos que não vivenciamos uma educação tão libertadora assim... Pelo menos a grande parte das mulheres viveu uma educação limitada, uma educação que só permite ir aonde o outro consegue nos olhar de forma aceitável...


“Você está vivendo esse relacionamento?” “Nossa, como você grita com o seu filho!”, “Você precisa ser arrumar, elevar a sua autoestima!” “Olha como você se perdeu...” “Não acredito que você está deixando o seu filho de lado...” “Você precisa dedicar mais tempo a sua família!” ... E nós vamos sufocando a nossa voz, com um nó na garganta deixando que o mundo externo dite as nossas regras e nos diga a todo momento o que é o ideal a fazer...


Jogamos fora a nossa história?

Será que é tão simples assim?


É claro que não estou aqui dizendo que você deve viver uma vida louca sem limites, pensando só em você e em seus desejos e necessidades, não é sobre isso! É sobre encontrar ferramentas que te façam mergulhar dentro de si e que a cada dia você consiga mesmo que a passos de formiguinha descobrir a mulher incrível que vive aí!


Não aprendemos isso em nossa infância, mas podemos mudar o nosso futuro, encontrando razões no presente. O que o outro pensa sobre você? Isso é o pensamento do outro... são as histórias dele.. Cada olhar carrega uma experiência única!


Só você pode ser capaz de mudar a sua história... Não porque o outro quer, ou porque você leu ou ouvir em algum lugar... mas porque isso faz total sentindo para você! Porque isso faz você se sentir viva!


Busque em seus questionamentos motivos para continuar! Para ser quem você é de verdade! E tenho certeza que os seus pequenos irão se inspirar na mulher incrível e real que você é!!


Com amor,

Fernanda Oliveira

Pedagoga

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